sexta-feira, 12 de setembro de 2008

QUE SEA ROCK


Esse sábado depois de muito a contragosto me render ao POP e as bichices finalmente vou poder fazer uma festinha do jeito que quero em um novo espaço. Com muito Rock'n Roll, and I LIKE IT.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

ela tá toda electroclash

Christina Aguilera que já fez a linha putona, fez a mulher fina e bancou a pin-up em seu mais último disco. E agra após uma gravidez e uma embarangada básica ela está de volta e provou isso no show de domingo no VMA. X-tina entrou toda numa vibe Lady Gaga cantando uma versão estilosa de Gennie in a Bottle e emendando no novo single, a ótima Keep getting better. Ahaza!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

L.I.E.(Reino Unido, 2002)


L.I.E. é o nome de uma estrada que já levou muitas pessoas a morte, mas é também um retrato sutil e fiel, que abre os olhos da sociedade, sobre os diversos tipos de pedofilia.

mayza.com


A Globo botou no ar o site oficial de Maysa, mini-série sobre a cantora que estréia no início do ano que vem. O site que é uma bela homenagem a Mayza, dispôe de várias fotos, além de diários de produção de Jayme Monjardim, diretor da série e filho da cantora.

Na foto Larissa Maciel, a gaúcha escolhida para viver Mayza.

Em tempo: Almodódvar que também tem um blog terminou as rodagens de Los Abrazos Rotos nesse final de semana.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Cansei está de novo clipe

O Cansei de ser Sexy está de novo clipe, Move, já é o terceiro do recente álbum Donkey. O vídeo que é bem legal tem direção de Keith Schofield.

Belinda


Sei do preconceito que existe com a música hispânica aqui no Brasil. Mas não entendo muito isso, afinal somos ou não um país latino-americano. Sempre que dá posto alguma coisinha hermana por aqui. Dessa vez vou falar da Belinda, uma mexicana que começou fazendo novelas infantis em seu país e hoje já se tornou uma estrela do POP por lá. Assim como a versão original Ni Freud ni tu mamá, o single também ganhou versão em inglês If We Were.

a volta dos que não foram 2

Andava numa certa apatia virtual, sem muita vontade de postar, tuitar, ou até mesmo falar no MSN, acho que é normal esses momentos alguma vez na vida dos tecnófolos como eu. Ai fui buscar nos meus blogs preferidos o que aconteceu de mais legal nesse tempo que fiquei de fora. Ontem rolou o VMA e a Britney não fez nada além de ganhar vários prêmios e não desfazer o fiasco do ano papo. Além disso tá todo mundo se degladiando por ingressos pros 4 shows da Madonna no Brasil(eu não vou). A Christina Aguilera também voltou e tá toda electroclash com sua música nova Keep Gettin' Better.Estreou nos cinemas brasileiros Linha de Passe o novo filme de Walter Salles que foi premiado em Cannes. E tá todo mundo adorando Estelle, inclusive eu. E por enquanto é só.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

kaiser chiefs by mark ronson

Never miss a beat, nova música dos rockeiros do Kaiser Chiefs tem produção assinada por Mark Ronson, produtor queridinho dos músicos atualmente, eu gostei bastante do resultado que pode ser conferido abaixo:

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Volver(Espanha, 2006)


Quando o personagem de Gael García Bernal em Má Educação adentra o escritório do cineasta Enrique Goded, lá está o pôster de um filme fictício, La Abuela Fantasma. Era a pista que Almodóvar dava para esse seu novo trabalho, Volver, onde relata entre outras coisas a volta de uma mãe do mundo dos mortos para resolver assuntos pendentes junto das filhas.

O título Volver, que não ganhou tradução para o português, significa muitas coisas. É a retomada do diretor às suas raízes, os melodramas femininos. Praticamente, não há personagens homens, e sim diversas mulheres que travam seus conflitos. Sole (Lola Dueñas) é a irmã de Raimunda (Penélope Cruz) que por sua vez é mãe de Paula (Yohana Cobo), neta de Irene (Carmen Maura), a avó fantasma a que o filme anterior faz referência.

É incrível como Penélope Cruz funciona nas mãos do diretor, é seu terceiro trabalho junto de Almodóvar e, provavelmente, o mais significativo de todos eles. O espanhol dirige atrizes como ninguém. Cruz é Raimunda, personagem inspirada nas mamas do neo-realismo italiano, uma homenagem do diretor às divas de Rosselini, como Ana Magnani. Raimunda tem uma força extraordinária, mas ao mesmo tempo é de uma tremenda sensibilidade.

Almodóvar continua o mesmo dos tons vermelhos, conseguindo o que poucos diretores conseguem, realizar uma obra prima após a outra. Em Volver, ele segue explorando sua faceta mais madura, assumindo que, sim, tornou-se um diretor sério, ainda que mantenha os elementos cômicos que o caracterizam desde o início de sua carreira. A câmera do diretor é inconfundível e cada um dos quadros é repleto de beleza e contrastes.

A volta também faz referência a Carmen Maura, atriz que foi musa do diretor durante os anos 80, mas que desde Mulheres à beira de um ataque de nervos, de 1989, não aparecia sob as lentes almodovarianas.

Apesar de trabalhar com algumas das mais consagradas "chicas-Almodóvar", caso da própria Maura, de Penélope Cruz, e da veterana Chus Lampreave, o diretor colabora com novas estrelas. Blanca Portillo é Augustina, uma das personagens mais melancólicas criadas por ele. A talentosa Lola Dueñas, já havia feito uma pequena participação em Fale com Ela, mas é no papel de Sole que a atriz se consolida junto do diretor. E Yohana Cobo, de 21 anos, é a mais jovem das atrizes do filme, seu personagem tem 14. Apesar da pouca idade, ela já trabalhou ao lado de grandes diretores como Carlos Saura, que a dirigiu em O Sétimo Dia e agora Pedro.

Almodóvar regressa ao seu povoado na região espanhola de La Mancha, retratando os hábitos das velhas senhoras e a relação direta com a morte. É um filme maternal, mais ainda do que Tudo sobre minha mãe. E é onde o diretor presta homenagens a sua falecida mãe Doña Paquita, conhecida pelas pontas em filmes como Kika e Ata-me.

Diferente do que havia experimentado em suas obras anteriores, aqui ele usa a narrativa tradicional. É uma história com início, meio e fim, e que surpreende a cada quadro. Não há como entrar em detalhes, é preciso vivenciar e se deixar envolver pela ação. É difícil segurar as lágrimas com tamanho lirismo e poesia visual. E que venham muitas obras deste diretor, que mesmo se repetindo inova sempre a cada produção.

ESPECIAL ALMODÓVAR - FINAL


Carne Tremula(1998)
Em 1998 Almodóvar dirigiu Carne Tremula, aquele que seria seu filme mais sério então. A história trágica de um policial, interpretado por Javier Bardem que acaba paraplégico depois de levar um tiro enquanto salva Elena, uma viciada em heroína. O pseudo autor do disparo é Victor que cumpre sua pena pensando na oportunidade de vingá-la.Na saída da prisão encontra com Clara(Angela Molina) quem vai lhe dar certos toques de como satisfazer uma mulher.

Tudo sobre minha mãe(1999)
Premiado com o Oscar, Tudo sobre minha mãe consagrou mais uma vez o diretor internacionalmente. Marcando sua fase e trágica, o filme fala de Manuela, uma enfemeira que após a morte do filho vê a vida sem rumo e parte em um viagem até Barcelona, atrás do pai, que hoje é Lola, uma travesti. Destaque para Antonia San Juan como Agrado e Marisa Paredes como Huma Rojo.


Fale com Ela(2002)

Deixando um pouco o universo femino e passando a tratar os masculinos com prioridade, Almodóvar coloca suas atrizes em coma, e vai fundo no drama de personagens homens. Benigno e Marco levam uma vida completamente diferente, mas se apaixonam por essas mulheres que estão no hospital, o que causa sua aproximação. Um dos filmes mais belos do diretor, com números coreografados por Pina Baush e trilha-sonora com Kd.Lang, Caetano Veloso e Elis Regina. Aqui Almodóvar também usa um elemento que vem se tornando comum em seus filmes, o de realizar um filme dentro do filme, no caso, a obra muda El Amante Menguante com Paz Vega e Fele Martinez.