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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

SEDE DE SANGUE


Dirigido por Park Chan-wook da trilogia da vingança, o terror coreano Sede de Sangue(Thirst) na verdade oscila entre gêneros. Passeia pelo romance, drama, suspense e é claro, o terror oriental com muita carnificina.

Sang Hyeon(Song Kang-Ho, de O Hospedeiro) é um padre que cansado de sua monótona rotina acaba se inscrevendo para uma experiência, onde todos os voluntários anteriores morreram, ele porém acaba desenvolvendo um tipo de vampirismo.

O vampiro porém tenta ser 'políticamente correto' e não matar, roubando apenas sangue de bancos de sangue ou de pacientes em coma. Mas a perdição chega junto a sexualidade, representada pela amiga de infância Tae-Joo, a verdadeira tentação para esse padre.

Sede de Sangue é mais uma bela obra vampirística e que se destaca na cena da vampiromania, porém todo essa mistura feita por Park Chan-Wook dá uma certa desandada e a sensação de que se o longa tivesse 30min a menos teria encontrado seu ponto ideal.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Vampiros Coreanos


Park Chan-wook, o sul coreano que realizou a trilogia da Vingança(Sr. Vingança, Lady Vingança e Oldboy) está prestes a lançar Thirst, sua obra sobre vampiros.

O filme protagonizado por Song Kang-ho faz uma metáfora ao celibato, contando a história de um padre que vira vampiro após experiências mal-sucedidas em laboratório,. Confira o trailer abaixo:

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

sou um ciborgue, mas okey!


O diretor coreano Park Chan Wook, autor da fenomenal Trilogia da Vingança(OldBoy, Lady Vingança e Sr. Vingança) alivia um pouco a agressividade nesse I'm Cyborg but that's ok, filme que surge muito mais leve, mas ainda assim carregando complexidade.

A história se passa em um manicômio, o que já explica muita coisa. A jovem Young-Goon vai parar na clínica por crer que é um ciborgue, lá acaba conhecendo vários outros reclusos, e suas particularidades, se interessa especialmente por Park IlSun, um jovem que acredita roubar a alma das pessoas.

Apesar do roteiro ser bem interessante, o que se sobresai é o visual video-cliptico à la Michel Gondry. Tudo é belo, colorido e surrealista. É uma fusão entre linguagens do Oriente com o Ocidente e que acaba dando muito certo.